Bichectomia: mais do que um recurso estético

Bichectomia: mais do que um recurso estético

A corrida é um dos esportes que pode ser praticado em qualquer época do ano. Muitos preferem correr na chuva, já que o calor intenso não atrapalha e a água acaba refrescando um pouco.
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Mas, antes de sair para correr na chuva, é preciso ficar atento à alguns cuidados essenciais para que a prática seja feita com segurança.
Com exceção das tempestades com raios, correr na chuva não traz nenhum prejuízo ao atleta. Só é preciso tomar alguns cuidados extras para que ele não se machuque ou adoeça.
Confira a seguir 15 dicas e cuidados para correr na chuva.

Escolha as roupas certas. Use peças leves, feitas de material sintético como poliéster
Evite roupas de algodão. Elas tendem a ficar pesadas por absorver muita água
Jaquetas impermeáveis são a melhor opção
Meias de algodão também não são uma boa opção, com a água, elas podem resultar em bolhas
Não há como não molhar os tênis, porém alguns modelos possuem um bom sistema de escoamento
Uma dica é passar vaselina ou alguma pomada antiassadura nos dedos dos pés
Deixe de fora do percurso ruas com trânsito intenso ou que podem alagar

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Use boné. A aba do boné evita que pingos de chuva caiam diretamente nos seus olhos
Aqueça bem antes de ir para a rua
Tome cuidado com as poças de água, elas escondem buracos, pedras, galhos e bueiros sem tampa
Se a chuva está muito forte ou com muitos relâmpagos, pare de correr imediatamente e procure um abrigo
Nunca fique embaixo de árvores, ela atraem raios e algum galho quebrado com o vento pode te machucar
Tire a roupa molhada assim que terminar o treino para evitar gripes e resfriados
Alimente-se bem e reponha as energias
O indicado é beber água normalmente, ingerindo de 100 a 200 ml de água a cada 15 minutos

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Tongue cancer is serious and its symptoms include pain, change in your voice or trouble swallowing. There are several common causes of tongue cancer, including human papillomavirus, a common sexually transmitted infection. Certain strains of HPV increase your risk of developing cancer. Also increasing your risk of tongue cancer are smoking, drinking and not taking care of your teeth and gums.18 problemas de saúde que aparecem na língua
O procedimento com fim funcional é mais demorado do que o estético.© Fornecido por Cartola O procedimento com fim funcional é mais demorado do que o estético.
Além de um recurso estético, a bichectomia pode ser um importante procedimento de reconstrução funcional. Para realizar a cirurgia, é retirada a bola de Bichat, que é o acúmulo de gordura na face. De acordo com a cirurgiã buco-maxilo-facial Adriane Maia (CRORJ 26723), ela pode ajudar a reparar problemas originários de sequelas de fratura, traumatismo e extração de dentes que tiveram alguma complicação.

Adriane salienta que um dos principais problemas solucionados com o procedimento é a comunicação buco-sinusal, em que o alimento passa da boca para a cavidade nasal. Trata-se de um dos acidentes mais comuns após extrações dentárias na região do maxilar posterior. A cirurgia, neste caso, fecha a comunicação destes canais, usando a gordura de Bichat. Por serem um conjunto de células gordurosas agrupadas na face, sua única função é a sustentação. “Caso retirada, não faz falta funcionalmente”, explica.

Para os casos funcionais, Adriana explica que qualquer cirurgia de resecção por lesões de tumores, ou até mesmo acidentes com perdas ósseas, levam a uma perda de tecido muito grande, de difícil reconstrução. A gordura, em tais casos, é usada como um tecido para cobrir essas perdas, sendo um excelente recurso. Ela lembra que existe a possibilidade de retirar o tecido de outro local, mas como a gordura já está na boca, o procedimento é menos complicado, causando menor impacto e sendo menos traumático para o paciente.

A bichectomia como recurso estético é simples e pode ser feita no próprio consultório, com anestesia local. Já a reconstrução é feita com anestesia geral, em ambiente hospitalar e centro cirúrgico. Adriane explica que o tempo de duração é maior, por não ser somente a retirada da gordura. “Normalmente ela requer anestesia geral, não pela bichectomia em si, mas por causa da reconstrução”, explica. A cirurgiã salienta que não é uma cirurgia complicada e é menos invasiva do que outras alternativas: “Ele não vai, por exemplo, ter a dor de uma retirada de pele na perna e uma na boca, ele vai ter apenas um local operado, e isso obviamente diminui o incômodo pós operatório”.

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